Páginas

segunda-feira, 25 de julho de 2011

A moça nobre!

   Descalça com as vestes bem pobres,
   ia a cantar aquela jovem!
   E ia fingindo que não via
   que as pessoas a olhavam
   e não sentia vergonha dos seus trages miseráveis.
   Aquela moça era feliz
   E a todos que a conheciam
   Viam nela uma deusa,
   mesmo sendo pobre
   aquela moça era nobre!
   Tinha a beleza dos pássaros,
   tinha a candura dos anjos,
   era linda como uma flor.
   E por onde passava
   contagiava a todos com a sua alegria.
 Jurema Nascimento da Silveira.

Um comentário:

Kelly Christi disse...

Jurema sua poesia fala do talento em si que cada ser humano possui, e que se constrói, não se compra com vestimentas.boa sorte com seu blog.

http://www.pequenosdeleites.com.br