Descalça com as vestes bem pobres,
ia a cantar aquela jovem!
E ia fingindo que não via
que as pessoas a olhavam
e não sentia vergonha dos seus trages miseráveis.
Aquela moça era feliz
E a todos que a conheciam
Viam nela uma deusa,
mesmo sendo pobre
aquela moça era nobre!
Tinha a beleza dos pássaros,
tinha a candura dos anjos,
era linda como uma flor.
E por onde passava
contagiava a todos com a sua alegria.
Jurema Nascimento da Silveira.
Um comentário:
Jurema sua poesia fala do talento em si que cada ser humano possui, e que se constrói, não se compra com vestimentas.boa sorte com seu blog.
http://www.pequenosdeleites.com.br
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