Tem dias em que acordamos com vontade de ficarmos parados,já aconteceu com vocês? Então, vocês me entendem...rs
Nesses dias não adianta inventar: é preciso deixar fluir, rolar, sentir,refletir...
O que se quer de um dia desses? Um dia desses nos convida a fazer um apanhado de tudo que deveria ser e não foi em nossas vidas, um dia desses é a prova que algo mais existe e quer que façamos uma análise fria de todas as nossas ações. Tipo colocar a "limpeza" em dia de nossa alma.Que Faculdade faço? Faço um curso de Linguas?Faço uma Academia?( tenho dinheiro pra isso?)As novas gerações tem tantas coisas para fazer de bacana... As geraçoes de seus pais, avós, também. Hum, como se pode pensar em organizar os caminhos num dia desses?Pensando...pensando... Valeu já pensei aqui em que seguir e vocês?
Experimente e tente.Depois me digam.
Jurema Nascimento
Momentos de Todos Nós
Este blog fala de todos os nossos momentos, seja em versos ou prosa. Haverá também reflexões sobre a vida. Em certo momento interpretarei algumas poesias, convidando aos leitores a junto comigo pensar sobre. Esta página será,na verdade, um lugar onde iremos tentar falar de tudo que cerca o ser humano para que ele possa tatear o mundo e buscar a felicidade.Deixe seu comentário. Vamos refletir juntos. Que tal? Jurema Nascimento da Silveira
domingo, 31 de julho de 2011
O amor, o grande valor!
É preciso valorizar a vida, a ferida,
a chegada, a partida e a caminhada.
É valorizando que se alcança a compreensão,
a união, a força, a coragem e a sabedoria.
A luta não tem fim!
Prossiga!
Insista!
A vida às vezes maltrata, não desculpa,
surra mesmo!
Não desanime.
Tudo tem seu tempo!
Tempo de encontrar a felicidade.
A chegada será bela
se com você também chegar o amor,
o grande valor!
a chegada, a partida e a caminhada.
É valorizando que se alcança a compreensão,
a união, a força, a coragem e a sabedoria.
A luta não tem fim!
Prossiga!
Insista!
A vida às vezes maltrata, não desculpa,
surra mesmo!
Não desanime.
Tudo tem seu tempo!
Tempo de encontrar a felicidade.
A chegada será bela
se com você também chegar o amor,
o grande valor!
A Magia do Amor!
Corro e me perco em labirintos.
Labirintos que só tu podes encontrar.
Corre e tenta me achar,
estou esperando para te abraçar.
Está tudo tão diferente,
quero ainda hoje me sentir gente
e pode experimentar, dentro da alma,
toda a beleza que só o teu amor me traz.
Quero ser livre para poder contigo estar
e com carinho a teu coração falar.
Dizer que teu amor pra mim é a magia
que irá fazer eu me encontrar um dia.
Agora sei porque tu ainda não chegaste,
estás pensando que não tens amor pra mim.
Pouco me importa, eu só espero que tu me queiras
e eu te quero de qualquer maneira,
pois meu amor é bastante e supre o amor
que no teu peito falta.
Jurema Nascimento.
Labirintos que só tu podes encontrar.
Corre e tenta me achar,
estou esperando para te abraçar.
Está tudo tão diferente,
quero ainda hoje me sentir gente
e pode experimentar, dentro da alma,
toda a beleza que só o teu amor me traz.
Quero ser livre para poder contigo estar
e com carinho a teu coração falar.
Dizer que teu amor pra mim é a magia
que irá fazer eu me encontrar um dia.
Agora sei porque tu ainda não chegaste,
estás pensando que não tens amor pra mim.
Pouco me importa, eu só espero que tu me queiras
e eu te quero de qualquer maneira,
pois meu amor é bastante e supre o amor
que no teu peito falta.
Jurema Nascimento.
sábado, 30 de julho de 2011
Páginas calientes!
Uma página aparentemente seja algo frio e sem vida...
Não tem nervos, alma e coração!
Será?
Uma página talvez seja mais caliente do que um ser vivo!
Imaginação?
Teste então!
Abraça você em suas tempestades...
É mais fácil uma página lhe dar o acalanto
do que amigos fugidios,
que só olham os próprios passos e compassos.
Ela sem que se perceba:
Suspira, lacrimeja,
sem barulhos e nem lagoa...
É confidente e só ouvidos...
Por isso, quando sentir um vazio,
perguntas tagarelas a azucrinar seus pensamentos,
visite esta página e sinta-se energizado de um amor imensurável...
Experimente , tente!
Jurema Nascimento.
Não tem nervos, alma e coração!
Será?
Uma página talvez seja mais caliente do que um ser vivo!
Imaginação?
Teste então!
Abraça você em suas tempestades...
É mais fácil uma página lhe dar o acalanto
do que amigos fugidios,
que só olham os próprios passos e compassos.
Ela sem que se perceba:
Suspira, lacrimeja,
sem barulhos e nem lagoa...
É confidente e só ouvidos...
Por isso, quando sentir um vazio,
perguntas tagarelas a azucrinar seus pensamentos,
visite esta página e sinta-se energizado de um amor imensurável...
Experimente , tente!
Jurema Nascimento.
sexta-feira, 29 de julho de 2011
Borboletas, fadinhas da Terra!
Singelas borboletas!
Soberanas, inquietas, artistas!
Vejo-as sempre!
Ao passar naquela ponte...
Asas que espalham o amor.
Luzes douradas, são elas!
Singelas borboletas!
Benfazejas!
Voam a beleza da natureza.
São minúsculos anjos.
Guardiãs da doce brisa.
Fadinhas que se perderam na Terra.
Amenizam as cruéis passaradas.
Borboletas singelas!
São elas luzes douradas.
Vejo-as sempre ao passar na ponte....
Imagine-se sendo uma delas.
Provar do gostinho do jardim,
saborear o espaço sideral.
Vestir cores mil!
Feche os olhos:
seja agora uma linda e singela
borboleta a voar no céu da mente.
Experimente
Autoria : Jurema Nascimento
Soberanas, inquietas, artistas!
Vejo-as sempre!
Ao passar naquela ponte...
Asas que espalham o amor.
Luzes douradas, são elas!
Singelas borboletas!
Benfazejas!
Voam a beleza da natureza.
São minúsculos anjos.
Guardiãs da doce brisa.
Fadinhas que se perderam na Terra.
Amenizam as cruéis passaradas.
Borboletas singelas!
São elas luzes douradas.
Vejo-as sempre ao passar na ponte....
Imagine-se sendo uma delas.
Provar do gostinho do jardim,
saborear o espaço sideral.
Vestir cores mil!
Feche os olhos:
seja agora uma linda e singela
borboleta a voar no céu da mente.
Experimente
Autoria : Jurema Nascimento
Sonho com asas!
Quisera ser um pássaro
para voar bem alto
trazer para a Terra
a luz de uma estrela amiga.
Utopia? Talvez sim, talvez não.
Quem sabe um dia eu consiga!
Loucura?
Talvez sim, talvez não,
o importante é tentar.
Venha comigo!
Certamente, agora nao seremos pássaros,
mas ensaiaremos um voo rasante no coração
de quem está precisando de amor e carinho...
Pense nisso! Autoria: Jurema
para voar bem alto
trazer para a Terra
a luz de uma estrela amiga.
Utopia? Talvez sim, talvez não.
Quem sabe um dia eu consiga!
Loucura?
Talvez sim, talvez não,
o importante é tentar.
Venha comigo!
Certamente, agora nao seremos pássaros,
mas ensaiaremos um voo rasante no coração
de quem está precisando de amor e carinho...
Pense nisso! Autoria: Jurema
Pai Amado Fonte de Luz
Olho para o céu
procuro Deus
onde ele está?
Fecho meus olhos:
encontro-o dentro de mim.
Agora sei que ele sempre esteve comigo
iluminando meus passos,
ensinando-me a ser forte,
a superar os meus medos,
a amar meus semelhantes
e a viver dignamente.
Um Deus que mostra o caminho do amor.
Pai amado, fonte de luz.
Jurema Nascimento
procuro Deus
onde ele está?
Fecho meus olhos:
encontro-o dentro de mim.
Agora sei que ele sempre esteve comigo
iluminando meus passos,
ensinando-me a ser forte,
a superar os meus medos,
a amar meus semelhantes
e a viver dignamente.
Um Deus que mostra o caminho do amor.
Pai amado, fonte de luz.
Jurema Nascimento
O Palhaço e o Picadeiro
A fantasia descoloriu,
picadeiro vazio.
Espelhos, lágrimas rolando,
um palhaço sai de cena.
Tapetes de risos,
tempo passou...
Alma desabrigada sem aconchego.
Acalantos em corações,
brincadeiras, dores, alegrias,
tudo em vão.
Badalos de um sino anunciando a despedida.
Onde está a minha alegria?
Pergunta o palhaço ao espelho amigo.
Crianças inocentes!
Máscara da felicidade.
Solidão indesejada.
O palhaço retorna a sua terra,
plantar sementes da paz e amor.
Ser feliz com o riso de uma criança,
na gargalhada de um adulto.
O circo é seu mundo!
Precisa dele para viver.
Que rufem os tambores.
Fantasia colorida,
sorriso maior que o mundo.
Ilusões acesas aquecendo seu coração,
vida latente querendo desabrochar.
As crianças precisam viver novamente esta fantasia!
Os adultos recordarem suas infâncias.
Os trapezistas, malabaristas e a bailarina
transpiram sentimentos ao vivo e a cores.
O coração vive o fantástico!
O mágico nos revela que é preciso atenção,
mágicas mostram a sutileza dos seus gestos,
Coelhos, pombos da cartola anunciam a paz.
A bailarina rodopiando,
sofrimentos esquecidos.
Os trapezistas ensinam a nos lançarmos sem medo,
o malabarista mostra que o equilíbrio é possível.
Vivenciamos a disciplina dos animais selvagens.
O globo da morte nos inspira a arriscar.
É assim a vida de um circo e de um palhaço.
É assim a vida de todos nós: alegrias e tristezas.
Vivamos a vida com a magia e a fantasia,
seremos então trapezistas, bailarinos, mágicos,
aprendendo a sorrir e fazendo sorrir.
Pra valer sem disfarce!
O palhaço sobe ao palco,
uma lágrima cai de seus olhos.
Respira fundo!
Plateia , suspense e agitação.
Cambalhotas iniciam as presepadas.
O aplauso é inevitável,
pipocas pulam festejando a grande estreia.
O circo vem abaixo!
O palhaço se empolga e faz mil palhaçadas.
Descobre que é feliz!
picadeiro vazio.
Espelhos, lágrimas rolando,
um palhaço sai de cena.
Tapetes de risos,
tempo passou...
Alma desabrigada sem aconchego.
Acalantos em corações,
brincadeiras, dores, alegrias,
tudo em vão.
Badalos de um sino anunciando a despedida.
Onde está a minha alegria?
Pergunta o palhaço ao espelho amigo.
Crianças inocentes!
Máscara da felicidade.
Solidão indesejada.
O palhaço retorna a sua terra,
plantar sementes da paz e amor.
Ser feliz com o riso de uma criança,
na gargalhada de um adulto.
O circo é seu mundo!
Precisa dele para viver.
Que rufem os tambores.
Fantasia colorida,
sorriso maior que o mundo.
Ilusões acesas aquecendo seu coração,
vida latente querendo desabrochar.
As crianças precisam viver novamente esta fantasia!
Os adultos recordarem suas infâncias.
Os trapezistas, malabaristas e a bailarina
transpiram sentimentos ao vivo e a cores.
O coração vive o fantástico!
O mágico nos revela que é preciso atenção,
mágicas mostram a sutileza dos seus gestos,
Coelhos, pombos da cartola anunciam a paz.
A bailarina rodopiando,
sofrimentos esquecidos.
Os trapezistas ensinam a nos lançarmos sem medo,
o malabarista mostra que o equilíbrio é possível.
Vivenciamos a disciplina dos animais selvagens.
O globo da morte nos inspira a arriscar.
É assim a vida de um circo e de um palhaço.
É assim a vida de todos nós: alegrias e tristezas.
Vivamos a vida com a magia e a fantasia,
seremos então trapezistas, bailarinos, mágicos,
aprendendo a sorrir e fazendo sorrir.
Pra valer sem disfarce!
O palhaço sobe ao palco,
uma lágrima cai de seus olhos.
Respira fundo!
Plateia , suspense e agitação.
Cambalhotas iniciam as presepadas.
O aplauso é inevitável,
pipocas pulam festejando a grande estreia.
O circo vem abaixo!
O palhaço se empolga e faz mil palhaçadas.
Descobre que é feliz!
quinta-feira, 28 de julho de 2011
Interpretação de : Não Sou um Robô
Quantas vezes a gente acorda e não tem a sutileza de dar bom dia ao dia, sim bom dia ao dia que se apresenta. O importante é acordar e estar com vontade de viver, mas não viver pela metade e sim viver inteiramente. Os sonhos não podem ficar adormecidos e precisam ser acordados. Não sejamos robôs em um mundo que nos convida a ser gente de verdade.
Comente, estou esperando por vc.
Comente, estou esperando por vc.
Não sou um robô
Hoje eu vou dar bom dia a vida,
um bom dia prestando atenção.
Não da boca pra fora, roboticamente!
Quero hoje não ver cores desbotadas...
Preciso sentir o sabor de um novo amanhecer
Deixar para trás todas as minhas desventuras
Cobrir com alegrias todo o meu Ser
Que venham as luzes para iluminar meu caminho
Vou pisar com força total,
marcar no chão todos os meus sonhos,
vivê-los um por um!
experimente e tente fazer como eu.
Jurema Nascimento da Silveira
um bom dia prestando atenção.
Não da boca pra fora, roboticamente!
Quero hoje não ver cores desbotadas...
Preciso sentir o sabor de um novo amanhecer
Deixar para trás todas as minhas desventuras
Cobrir com alegrias todo o meu Ser
Que venham as luzes para iluminar meu caminho
Vou pisar com força total,
marcar no chão todos os meus sonhos,
vivê-los um por um!
experimente e tente fazer como eu.
Jurema Nascimento da Silveira
terça-feira, 26 de julho de 2011
Saudade de quem se foi
A saudade nos convida a transcender, a romper a barreira do sobrenatural e deixar-nos ir, cada um invente a sua maneira, mas é preciso seguir a vibração sutil, mas verdadeira, que vem de cada detalhe, cada lembrança, cada perfume deixado em algum cantinho... E assim de mãos dadas com o inefável, vamos sem medo, porque o que nos liga e protege é o imenso amor. E fico pensando, enquanto não inventam uma espécie de celular que se comunique com o além, vamos sem demora nos comunicarmos através de mente, alma e coração?
Jurema Nascimento da Silveira
Jurema Nascimento da Silveira
Conversando sobre o poema: A Moça Nobre.
Conforme foi dito no início desse blog, vamos refletir um pouco?
Já temos por aqui textos que podem nos levar a diversas reflexões.
Bem, vamos lá?
O texto a Moça Nobre é ideal para que possamos sentir o quanto a beleza interior, a simplicidade tem o seu valor aqui na Terra. A moça retratada transmite uma paz e alegria e disso precisamos tanto, não é mesmo?
Claro que temos que ter uma certa vaidade, isso é essencial, porém sempre com a certeza que o que levamos dessa vida são os nossos valores, não os materiais e sim os espirituais.
Que tal revermos nossa maneira de tratar nossos semelhantes?
Para os que já fazem isso, parabéns! O caminho está sendo traçado...
Jurema
Já temos por aqui textos que podem nos levar a diversas reflexões.
Bem, vamos lá?
O texto a Moça Nobre é ideal para que possamos sentir o quanto a beleza interior, a simplicidade tem o seu valor aqui na Terra. A moça retratada transmite uma paz e alegria e disso precisamos tanto, não é mesmo?
Claro que temos que ter uma certa vaidade, isso é essencial, porém sempre com a certeza que o que levamos dessa vida são os nossos valores, não os materiais e sim os espirituais.
Que tal revermos nossa maneira de tratar nossos semelhantes?
Para os que já fazem isso, parabéns! O caminho está sendo traçado...
Jurema
segunda-feira, 25 de julho de 2011
A moça nobre!
Descalça com as vestes bem pobres,
ia a cantar aquela jovem!
E ia fingindo que não via
que as pessoas a olhavam
e não sentia vergonha dos seus trages miseráveis.
Aquela moça era feliz
E a todos que a conheciam
Viam nela uma deusa,
mesmo sendo pobre
aquela moça era nobre!
Tinha a beleza dos pássaros,
tinha a candura dos anjos,
era linda como uma flor.
E por onde passava
contagiava a todos com a sua alegria.
Jurema Nascimento da Silveira.
ia a cantar aquela jovem!
E ia fingindo que não via
que as pessoas a olhavam
e não sentia vergonha dos seus trages miseráveis.
Aquela moça era feliz
E a todos que a conheciam
Viam nela uma deusa,
mesmo sendo pobre
aquela moça era nobre!
Tinha a beleza dos pássaros,
tinha a candura dos anjos,
era linda como uma flor.
E por onde passava
contagiava a todos com a sua alegria.
Jurema Nascimento da Silveira.
Seguindo em linhas retas
Seguindo em linhas retas,
nas profundezas de um caminho,
nada de mal eu encontrei.
Olhava para o céu e lá do alto
uma pequenina estrela
iluminava todo o pátio daquele palácio
Ali bem próximo estavam aqueles
que antes me olhavam com ar de ternura...
E eu parei, parei para fazer um exame
dos seus pensamentos...
Nada de bom eu encontrei.
Que pude eu fazer?
Ajoelhei-me e fitando aquele pequeno astro, orei.
De repente as trevas foram desaparecendo,
agora o amor já dominava o ambiente
E eu feliz segui as mesmas linhas retas do caminho.
Jurema Nascimento da Silveira
nas profundezas de um caminho,
nada de mal eu encontrei.
Olhava para o céu e lá do alto
uma pequenina estrela
iluminava todo o pátio daquele palácio
Ali bem próximo estavam aqueles
que antes me olhavam com ar de ternura...
E eu parei, parei para fazer um exame
dos seus pensamentos...
Nada de bom eu encontrei.
Que pude eu fazer?
Ajoelhei-me e fitando aquele pequeno astro, orei.
De repente as trevas foram desaparecendo,
agora o amor já dominava o ambiente
E eu feliz segui as mesmas linhas retas do caminho.
Jurema Nascimento da Silveira
O segredo da caixa colorida.
Dentro de uma caixa havia segredos que ninguém nem sequer imaginava. Era colorida, grande e enfeitada com desenhos de bichos e de laços de fita. Cada laço era um segredo pensava Clara, na sua imaginação aguçada. A menina a olhava curiosamente, sabia que não podia abri-la. A caixa ficava no alto, lá dentro do armário embutido. Sua mãe a guardava a sete chaves!
Um dia, a família foi fazer uma excursão, mas Clara estava resfriada e não pode acompanhá-los. Uma ideia iluminou sua mente: Vou pedir a Lucia para pegar a caixa...
- Lucia, pegue, por favor, a caixa colorida que está dentro do armário, na última porta.
A empregada, sem saber que era proibido ver a caixa, prontamente atendeu à menina. Pegou uma escada e abriu o armário: a caixa era realmente linda!
- Estou trazendo-a com cuidado, ela pesa! – disse Lucia.
A menina sorria e pulava ao mesmo tempo: o segredo estava por ser desvendado!
De repente, barulhos de pessoas chegando. Clara correu para a janela e suas suspeitas estavam certas: sua família estava voltando. A excursão havia sido adiada porque chovia muito.
A menina voltou ao quarto e pediu para Lucia guardar a caixa . Lucia não entendeu nada...
- Não vai querer ver mais o que tem dentro? – perguntou Lucia, surpresa.
- Não, fica pra próxima vez- balbuciou Clara, apontando para a sala- Eles voltaram!
- Entendi: fica para a próxima excursão!- completou Lucia, apressando-se e subindo a escada em direção a última porta do armário.
Os meses se passaram e um belo dia quando Clara acordou a caixa estava em cima de sua cama.
Tinha chances de abri-la, mas teve medo. Olhava para a caixa e a caixa parecia encará-la. Passou suas mãozinhas delicadas em toda a sua volta e pode perceber que não era lisa, tinha uns encrespadinhos de relevo. Levantou a tampa levemente, mas antes que a tirasse a voltou ao lugar. Suava frio, será que a esqueceram aqui?
De repente, passos largos se aproximando do quarto e Clara fingiu dormir. Alguém pegou a caixa, subiu na escada e a deixou em seu lugarzinho de sempre. Clara não se perdoava, queria gritar de tanta raiva, a caixa esteve em suas mãos e ela a deixou escapar. Como poderia ser tão boba assim. Nem sequer viu quem fez isso, estava de olhos fechados.
Clara foi para a escola e lá o pensamento na caixa aturdia a sua mente . Havia de arranjar uma maneira de desvendar o mistério da caixa. Pensa dali, pensa daqui... Eureka eis que surge uma magnífica solução: ela convidaria o seu amigo Paulão, um menino muito alto.
- Paulão, venha aqui- pediu a menina
- Sim, o que foi Clara- respondeu Paulão.
- Preciso de sua ajuda, meu amigo- disse Clara.
- Desde quando eu sou seu amigo? –perguntou Paulão estupefato.
- Desde sempre - respondeu Clara, rindo...
E assim lá pelas 16 horas, Paulão chegou. Clara foi logo levando o amigo para seu quarto onde estava a caixa. Clara certificou-se que ninguém os seguia e contou o que pretendia a Paulão. O rapaz não pensou duas vezes, subiu na escada, pegou a caixa e abriu-a sem dar tempo a Clara de o fazê-lo. A menina ficou impressionada com tamanha agilidade. Como ele ousara fazer isso?! A caixa era dela e só ela poderia abrí-la. Fechou a caixa, sem ao menos dar uma olhadela dentro dela. Pediu que ele a retorna-se ao seu lugar.
Clara tinha vontade de gritar, mas não podia, então limitou-se a dizer baixinho: dirija-se pra fora daqui. Paulão, realmente não entendeu nada, aliás quem entenderia? Clara passara dos limites!
Alguns minutos depois...
Clara subiu a escada, pegou a caixa e a abriu. Que lindo, disse ela ao ver o que tinha na caixa. Então, fechou a linda caixa e dormiu feliz.
O que será que tinha naquela caixa? Deixo em sua imaginação o conteúdo da mesma.
Bem, coloque lá o que você gostaria de encontrar, algo que sonha há muito tempo e não consegue alcançar. Vamos, tente, experimente.
Jurema Nascimento da Silveira.
domingo, 24 de julho de 2011
Minha Vida
Onde estará a minha vida?
nao sei onde procurá-la!
Vou começar, invadindo o coração alheio...
Buscando na saudade ,
interferindo na realidade:
Minha vida...
Perdeu-se na esquina deste mundo
Sou uma serpente demente
quase morta,
Pronta para renascer
Quero viver!
Minha vida...
Está nas paredes descascadas
No nada, no quase tudo...
Minha vida, seguro-a num sopro
Ela, acende a chama em mim
Vivo, eu vivo e nao sabia!
Minha vida, prazer em sabê-la viva...
Preciso viver,
minha vida...
Jurema Nascimento
nao sei onde procurá-la!
Vou começar, invadindo o coração alheio...
Buscando na saudade ,
interferindo na realidade:
Minha vida...
Perdeu-se na esquina deste mundo
Sou uma serpente demente
quase morta,
Pronta para renascer
Quero viver!
Minha vida...
Está nas paredes descascadas
No nada, no quase tudo...
Minha vida, seguro-a num sopro
Ela, acende a chama em mim
Vivo, eu vivo e nao sabia!
Minha vida, prazer em sabê-la viva...
Preciso viver,
minha vida...
Jurema Nascimento
Princesa
Princesa, reino soberana,
o mundo aos meus pés!
Braços abertos, noite deserta...
Estrela sem céu!
O que queres?
Oh! lua entristecida.
Afogar minha realeza?
Destruir meus sonhos de menina...
Sigo sem ver esses andarilhos.
Vou audaciosamente pisando de mansinho.
Sou a deusa, nada me tocará!
Inadvertidamente caí numa armadilha,
mãos feridas, alma em prantos.
Alguém para me salvar!
A escuridão vem ao meu socorro
Abraço-a, sinto o vazio inerte...
Grito e nada!
Só grilos e pirilampos se anunciam...
Revejo minha vida, meu mísero poder!
Fosse eu uma pulga, estaria mais majestosa!
Loucuras!
Ainda sou, sou uma prin...
Minha voz se cala,
Minha voz se cala,
recuso-me a admitir:
Sou gente simplesmente...
Admito: sou igual a todo mundo!
Um clarão surge, a lua ilumina a noite
As estrelas cintilam e eu, nao mais princesa,
acordo do sonho!
Levanto-me e sinto a brisa em meu rosto,
o cheiro da relva.
Descubro--me princesa sim,
apenas sem coroa e sem tapete vermelho!
Meu reino é a aurora e tudo que a natureza me dá
Nao quero castelo de ouro e frutas nos cestos.
É muito bom ser camponesa,
bailar com os pés desnudos e ter a sensação
de estar nas nuvens e de ser plena em felicidade.
Jurema Nascimento
Vida: natureza que se faz em nós
Da janela do ônibus, eu ainda sonolenta, deparei-me com uma cena digna de ser filmada: um senhor por volta de seus 70 anos, desceu de sua bicicleta, mas parecendo um projeto de duas rodas de tão velhinha que ela estava, enfim, o que vou relatar é digno de aplausos e quiça de uma manchete na primeira página de jornal. O senhor trazia várias garrafas pets de água e não era para seu consumo! Pasmem amigos, pois ele tinha como missão, sublime, regar as plantas da praça. Olha o exemplo de cuidado com a vida pra gente seguir. Não esperava que a chuva, muitas das vezes “dorminhoca”, acordasse de seu sonho e viesse banhar as plantas ornamentais daquela pracinha. Sabe, eu fiquei pensando que tal gesto era um grande passo para que todos o seguisse, fazendo uma passarela de carinhos nas plantas de suas praças. Aquele anônimo, agora não mais em minhas páginas, certamente trazia dentro dele o amor pela natureza e sem vergonha de ser julgado, pois nem sequer olhava para os lados, sabia que suas plantinhas o aguardavam, sedentas, bailando ao vento, agradecidas e devolvendo perfumes delicados a tamanha dedicação.
O senhor da praça, fez-me pensar e rever minha vida e de muitas pessoas que eu conheço. Seu gesto era uma relíquia e ele nem sabia, porque na verdade o fazia com simplicidade, sem desejar recompensa, aplausos, a natureza era a sua testemunha. Os pássaros do lugar, pombos que sobrevoavam a região o agradeciam pousando ao seu redor e as borboletas coloridas o saudavam batendo suas pequeninas asas, singelas criaturas confessando-lhe segredos inimagináveis. O belo disso tudo é que as crianças passavam e se alegravam com a beleza daquela praça que era acarinhada por aquele ancião. Ele mostrava o quanto podemos fazer para cuidar da vida, ele escolheu as plantinhas, amigas de nosso ar puro e benfazejo. Outros, deveriam surgir e engrossar o bloco daquele amável senhor, escolhendo, é claro as suas vocações e quedas por algo, haverá de ter alguma preferência nesta vida que faça com que nós nos tornemos escritores de uma vida saudável.Basta parar, pensar e começar. Existe alguém, algo, sei lá... o que seja esperando por um olhar, uma carícia... Quem sabe alguém para tratar de nossos cãezinhos abandonados que balançando seus rabinhos, imploram carinhos, e não faltarão aqueles que amam os animais, encantarão a mais sisuda das estrelas no céu com seus cuidados caninos. Que tal tratar de nossos maltrapilhos que muitas das vezes sem ninho, esperam a mão amiga e essa será apertada com um aperto sem fim...
É muito gostoso poder cuidar de nossas vidas, entrelaçadas em um novelo que dá ritmo ao batuque de todos os corações e somos um só em muitos corpos, e se não cuidamos de todos, não somos felizes e nem tão pouco dignos de sermos chamados de humanos.
Cuidar da vida! Devemos cantar essa canção e que não haja uma só criatura na face da Terra sem amparos e sem um olhar complacente, pois se somos todos irmãos e filhos de Deus não podemos nos calar, não podemos paralisar diante de tantas almas em busca de um : amo você.
A vida é a própria felicidade, se a temos para que nos sentirmos tristes? É preciso apenas saber valorizá-la e buscar a harmonia e se tratamos cada parte desta vida com amor, certamente tudo será amor.
Há aqueles que nem querem ousar o primeiro passo, temem não conseguir dar o segundo, entretanto com cautela, sabendo onde pisar saberemos caminhar sem medo. A vida é um presente, se bem cuidada e se soubermos festejá-la seremos realizados.
Que tal, sair cada um cuidando do que já sabe cuidar. Quem sabe cuidar de plantas, que cuide delas, quem sabe cuidar das crianças, que cuide delas ; quem sabe cuidar dos nossos desamparados, que cuide deles, quem sabe cuidar ...
Olha só, meus amigos, a natureza colorida, com árvores amigas e vistosas, sem choro e só com belezas a nos oferecer!
Jurema Nascimento
Quem é que...
Quem é que nunca sentiu vontade de partir...
Alma em prantos, coração vazio
Quem é que nunca imaginou a primavera
Chegando e trazendo o amor...
Ah! o amor será fantasia
ou alegria que o coração espera em vão?
Quem é que numa noite sem estrelas
enxergou um brilho e quis fazer uma festa,
descobriu que era uma lanterna,
mas mesmo assim ficou feliz!
Esperanças sempre brotam,
são águas benfazejas,
Basta estar vivo e iluminar-se!
E assim, não mais partir,
Chegar sem ter ido...
Jurema Nascimento
Alma em prantos, coração vazio
Quem é que nunca imaginou a primavera
Chegando e trazendo o amor...
Ah! o amor será fantasia
ou alegria que o coração espera em vão?
Quem é que numa noite sem estrelas
enxergou um brilho e quis fazer uma festa,
descobriu que era uma lanterna,
mas mesmo assim ficou feliz!
Esperanças sempre brotam,
são águas benfazejas,
Basta estar vivo e iluminar-se!
E assim, não mais partir,
Chegar sem ter ido...
Jurema Nascimento
Assinar:
Comentários (Atom)